Curso Mídias na Educação
Ciclo Básico III – Informática
Tema: Conectando
Subtema: Navegando e Criando na Internet
Naira Naidia da Silva
Turma: UFRJ 14
Tutora: Octacília Affonso Gonçalves Pereira
Escolhi o Blog, pois penso ser uma ferramenta muito interessante para um relacionamento, seja profissional ou não, é um grande meio para difundir idéias, fomentar diálogos, discussão em cadeia e desenvolver projetos. Acredito muito no Blog como meio educativo.
Este Blog está em construção e aproveitei para servir como prática ao Curso Mídias na Educação.
A idéia era em princípio, mostrar “um jeito nana de ser”. Hoje, experimentando uma oportunidade, exponho idéias e sigo tentando acreditar na capacidade de nos moldarmos às novas tecnologias para dar seguimento ao grande papel do professor e tentar apresentar um trabalho digno de quem acredita no futuro. Futuro que é agora.
O papel da Internet na Escola
Muito ouvimos sobre os benefícios da internet com relação às áreas de pesquisa, fundamentação, projetos, etc... Certamente a internet, como maior armazenador de dados do planeta, tem muito a oferecer em literalmente todos os assuntos existentes e todos os idiomas falados. Porém, assim como definimos “dados”, esses podem ser benéficos ou maléficos dependendo da faixa etária, questão de interesse, objetivo, enfim... Hoje em dia, por mais que a tecnologia nos ajude, os carros são mais velozes, os computadores mais capazes, os celulares que captam TV e as canetas que filmam ou passam a novela, mas mesmo assim, parece que de certa forma o tempo encurta, não sei se é porque temos a possibilidade de fazermos mais coisas, mas a sensação é de que a cada evolução tecnológica o tempo parece diminuir, como se aquela tentativa de aumentar quantidade de tempo ociosa não fosse alcançada. Assim, a internet e sua agilidade no auxílio à pesquisas, preparação de aulas, extração de assuntos interessantes, mídias diversas, é o porquê desta ferramenta ter seu papel tão claro e importante dentro do ambiente escolar.
Como o professor deve lidar com a questão da pesquisa: cópias, buscas erradas, dispersão, descuido, etc.?
Porém, não podemos dar uma faca e um queijo a uma criança se ela só come presunto. A internet pode ser ótima fonte de informação como também enorme fonte de assuntos considerados no meio acadêmico como fúteis, irrelevantes ou inúteis. Por mais que os professores tracem estratégias a fim de desenvolver competências e habilidades de pesquisa, cabe ao aluno pô-las em prática. Todo e qualquer aluno sabe utilizar um Orkut, clicar sobre um link, abrir MSN, digitar no teclado, abrir um Google, um Wikipédia, um Yahoo buscas. Se não o fazem, não é por falta de estratégias nem por falta de incentivo do governo com tantos programas de inclusão digital que se tem por aí. Meu filho mesmo, em sua aula de Técnicas de Negociação no quarto período da Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro, viu um aluno que copiou o trabalho de um outro, à mão, sem utilizar nem mesmo o computador. Ou seja: com internet ou não, estratégias se tornam ineficazes quando o aluno não se importa com o aprendizado, tem idéias outras fora da sala de aula ou pensa que aquilo não acrescenta em nada para a construção do seu futuro.
Ciclo Básico III – Informática
Tema: Conectando
Subtema: Navegando e Criando na Internet
Naira Naidia da Silva
Turma: UFRJ 14
Tutora: Octacília Affonso Gonçalves Pereira
Escolhi o Blog, pois penso ser uma ferramenta muito interessante para um relacionamento, seja profissional ou não, é um grande meio para difundir idéias, fomentar diálogos, discussão em cadeia e desenvolver projetos. Acredito muito no Blog como meio educativo.
Este Blog está em construção e aproveitei para servir como prática ao Curso Mídias na Educação.
A idéia era em princípio, mostrar “um jeito nana de ser”. Hoje, experimentando uma oportunidade, exponho idéias e sigo tentando acreditar na capacidade de nos moldarmos às novas tecnologias para dar seguimento ao grande papel do professor e tentar apresentar um trabalho digno de quem acredita no futuro. Futuro que é agora.
O papel da Internet na Escola
Muito ouvimos sobre os benefícios da internet com relação às áreas de pesquisa, fundamentação, projetos, etc... Certamente a internet, como maior armazenador de dados do planeta, tem muito a oferecer em literalmente todos os assuntos existentes e todos os idiomas falados. Porém, assim como definimos “dados”, esses podem ser benéficos ou maléficos dependendo da faixa etária, questão de interesse, objetivo, enfim... Hoje em dia, por mais que a tecnologia nos ajude, os carros são mais velozes, os computadores mais capazes, os celulares que captam TV e as canetas que filmam ou passam a novela, mas mesmo assim, parece que de certa forma o tempo encurta, não sei se é porque temos a possibilidade de fazermos mais coisas, mas a sensação é de que a cada evolução tecnológica o tempo parece diminuir, como se aquela tentativa de aumentar quantidade de tempo ociosa não fosse alcançada. Assim, a internet e sua agilidade no auxílio à pesquisas, preparação de aulas, extração de assuntos interessantes, mídias diversas, é o porquê desta ferramenta ter seu papel tão claro e importante dentro do ambiente escolar.
Como o professor deve lidar com a questão da pesquisa: cópias, buscas erradas, dispersão, descuido, etc.?
Porém, não podemos dar uma faca e um queijo a uma criança se ela só come presunto. A internet pode ser ótima fonte de informação como também enorme fonte de assuntos considerados no meio acadêmico como fúteis, irrelevantes ou inúteis. Por mais que os professores tracem estratégias a fim de desenvolver competências e habilidades de pesquisa, cabe ao aluno pô-las em prática. Todo e qualquer aluno sabe utilizar um Orkut, clicar sobre um link, abrir MSN, digitar no teclado, abrir um Google, um Wikipédia, um Yahoo buscas. Se não o fazem, não é por falta de estratégias nem por falta de incentivo do governo com tantos programas de inclusão digital que se tem por aí. Meu filho mesmo, em sua aula de Técnicas de Negociação no quarto período da Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro, viu um aluno que copiou o trabalho de um outro, à mão, sem utilizar nem mesmo o computador. Ou seja: com internet ou não, estratégias se tornam ineficazes quando o aluno não se importa com o aprendizado, tem idéias outras fora da sala de aula ou pensa que aquilo não acrescenta em nada para a construção do seu futuro.
Para que esse problema se resolva, vamos à fundo, não em estratégias de pesquisa, mas na mente do aluno, com psicopedagogos, pedagogos, orientação educacional, se há problemas em falta de dinâmica em sala de aula, falta de didática do professor, enfim...
Outro ponto importante é o conteúdo trazido da internet. Os textos lá não foram escritos por máquinas, mas por homens que merecem ter seu valor de escritor, jornalista, cronista ou o que seja reconhecido. Mas, de que vale o nome do autor no canto se o aluno faz o trabalho correndo pra jogar vídeo-game? Por mais que se peça fonte, citações, aspas, rodapé, o aluno não se interessa por isso. Quer apenas entregar e tirar a “nota suficiente” pra não ficar de recuperação.No entanto, existem aqueles que possuem uma relação ética com o conhecimento produzido por outros autores, aqueles que se interessam, fazem tudo certo, até decoram seus trabalhos com frases, numeração das páginas, etc...
Com toda essa reflexão, pensar estratégias para desenvolver competências e habilidades de pesquisa, não se faz necessário, mas, modificar a estrutura comportamental desde o maternal. O investimento deverá se concentrar principalmente nos pequenos, para não haver tantos erros, tanta intenção de pacotes de conhecimentos, bem embrulhados, com conteúdos fora da realidade acadêmica.
Por Deus que conheço alunos perdidos, que reclamam de coisas dentro de uma escola, justamente prá mim, e eu fico sem saber o que falar, pois sei que estão com razão, é bem verdade que existem os que nada querem, mas, até eles, na minha opinião estão mal direcionados.
Creio que uma maneira para resolver o problema poderá ser pelo de cobrança do professor: avisando sobre as questões de prova sobre o trabalho pedido, ao invés de substituir uma avaliação por trabalho de pesquisa e este trabalho, deve, mesmo que pesquisado na internet ou qualquer que seja a fonte, ser apresentado escrito à mão do aluno, individual, e/ou apresentado oralmente. Dessa forma o professor poderá avaliar o conhecimento dos alunos. Fora tudo que estamos falando e aproveitando para mostrar minha “normal loucura”, penso que estamos numa época que só se devia apresentar conteúdo para alunos, que tivessem uma aplicabilidade prática e aproveitamento par melhoria em sua vida, de modo sempre prazeroso. Assim, as estratégias serviriam a todos os alunos, desde os que não prestam atenção às aulas e à educação, até aqueles que suam e ralam em frente a um computador e põem citações com respectivas fontes para um trabalho mais completo.

Um comentário:
Estou aguardando o comentário da tutora. Grande abraço
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